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VETORYL® 10 mg Trilostano USO VETERINÁRIO DESCRIÇÃO Cápsulas contendo trilostano, na concentração de 10 mg para administração oral. COMPOSIÇÃO POR CÁPSULA Trilostano 10,00 mg Excipientes q.s.p. 78,25 mg Cápsula de gelatina dura de corpo cor marfim e tampa cor preta. INDICAÇÃO Tratamento de hiperadrenocorticismo hipófise-dependente e adrenal-dependente em cães. ESPÉCIE-ALVO Cães. CONTRAINDICAÇÕES Não usar Vetoryl 10 mg em cães com peso inferior a 3 kg. Não usar em animais com doença hepática primária e/ou insuficiência renal. Não usar em fêmeas gestantes ou em lactação ou em animais destinados à reprodução. O produto deve ser usado com extremo cuidado em animais com quadro pré-existente de anemia já que pode ser observada redução do volume globular e da concentração de hemoglobina. Recomenda-se o monitoramento regular dos animais tratados. REAÇÕES ADVERSAS Caso seja observado reações adversas descritas ou não nessa bula, o médico veterinário deverá ser informado. A Síndrome da Deprivação de Corticosteroides ou hipocortisolemia deve ser distinguida da crise Addisoniana (hipoadrenocorticismo agudo) por meio da avaliação sérica de eletrólitos. Os sintomas associados ao hipoadrenocorticismo iatrogênico, tais como fraqueza, letargia, anorexia, vômito e diarreia podem ocorrer principalmente em casos de monitoramento inadequado. Tais sintomas são geralmente reversíveis em um período variável após a interrupção do tratamento. Também pode ocorrer crise Addisoniana aguda (choque). Letargia, vômito, diarreia e anorexia foram observados em cães tratados com trilostano mesmo na ausência de evidências de hipoadrenocorticismo. Foram relatados casos isolados de necrose adrenal em cães tratados, a qual pode resultar em hipoadrenocorticismo. A disfunção renal subclínica pode ser evidenciada pelo tratamento com o produto. O tratamento pode também revelar artrites, uma vez que ocasiona redução dos níveis endógenos de corticosteroide. Casos esporádicos de morte súbita durante o tratamento com trilostano foram relatados. Outros efeitos adversos que ocorrem de forma rara incluem ataxia, hipersalivação, distensão abdominal, tremores musculares e alterações cutâneas. DOSAGEM, VIA E MÉTODO DE ADMINISTRAÇÃO Administrar por via oral, uma vez ao dia, junto às refeições. Nos estudos clínicos, uma dose inicial de 6 mg/kg de peso, uma vez ao dia, se mostrou efetiva. A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual bem como determinada por meio do monitoramento (vide item monitoramento). As doses iniciais práticas são recomendadas da seguinte forma: Em estudos clínicos a maioria dos cães foram estabilizados com doses que variaram entre 2-10 mg/kg ao dia. Caso os sinais clínicos não se mantenham controlados adequadamente por um período de 24 horas entre as administrações, deve-se considerar o fracionamento da dose em matinal e noturna e, se necessário, associar um pequeno incremento na dose diária. Um pequeno número de animais pode requerer doses significativamente acima de 10 mg/kg de peso por dia. Neste caso, deve-se implementar um adequado monitoramento adicional. Não dividir ou abrir as cápsulas. Em função da limitação do tamanho da cápsula, pode não ser possível promover um ótimo controle em cães de raças pequenas. Monitoramento: Amostras de sangue devem ser colhidas para avaliação bioquímica (incluindo os eletrólitos) e para realização de teste de estimulação com ACTH antes do início do tratamento e, em seguida, após 10 dias, 4 semanas, 12 semanas e, posteriormente, a cada 3 meses do início do tratamento, e após cada ajuste na dose. É obrigatório que os testes de estimulação com ACTH sejam realizados entre 4-6 horas após administração do Vetoryl para possibilitar a correta interpretação dos resultados. A avaliação periódica da evolução clínica da doença deve também ser realizada em cada um dos momentos citados acima. Cães devem ser monitorados em intervalos regulares para observar a ocorrência de doença hepática primária, doença renal e para o diabete melito. ADVERTÊNCIAS Como a maioria dos casos de hiperadrenocorticismo é diagnosticada em cães com idades entre 10-15 anos, outros processos Como a maioria dos casos de hiperadrenocorticismo é diagnosticada em cães com idades entre 10-15 anos, outros processos patológicos estão frequentemente presentes. É particularmente importante identificar casos de doença hepática primária e insuficiência renal uma vez que o produto é contraindicado nesses casos. A presença simultânea de diabete melito e hiperadrenocorticismo requer monitoramento específico. Se um cão foi previamente tratado com mitotano, sua função adrenal pode estar reduzida. Experiências anteriores sugerem que deve ser respeitado um intervalo mínimo de um mês entre a última administração do mitotano e a introdução do trilostano. É recomendado o monitoramento rigoroso da função adrenal, visto que esses cães podem ser mais suscetíveis ao efeito do trilostano. O monitoramento subsequente durante o tratamento deve ser conduzido com rigor. Deve-se dar atenção especial às enzimas hepáticas, eletrólitos, ureia e creatinina. Durante o monitoramento, caso não haja resposta frente ao teste de estimulação com ACTH, o tratamento deve ser interrompido por 7 dias e então reiniciado com dose menor. Repetir o teste de estimulação com ACTH após 14 dias. Caso ainda não apresente resposta estimulatória, interromper o tratamento até que os sinais clínicos de hiperadrenocorticismo reapareçam. Repetir o teste de estimulação com ACTH um mês após o reinício do tratamento. A possibilidade de interações com outros produtos medicamentosos não foi especificamente estudada. Uma vez que o hiperadrenocorticismo acomete cães idosos, outras medicações podem ser prescritas concomitantemente. Em estudos clínicos, nenhuma interação foi observada. O risco de desenvolvimento de hipercalemia deve ser considerado se o trilostano for usado em associação com diuréticos poupadores de potássio ou inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina). O uso concomitante dessas drogas deve ser avaliado pelo médico veterinário quanto ao risco-benefício, visto que foram descritos alguns casos de óbito (incluindo morte súbita) em cães tratados simultaneamente com trilostano e inibidor da ECA. É essencial realizar o diagnóstico preciso de hiperadrenocorticismo. Quando não for observada resposta aparente ao tratamento, o diagnóstico deve ser reavaliado. Em alguns casos pode ser necessário aumentar a dose. SUPERDOSAGEM A superdosagem pode levar a sintomas de hipoadrenocorticismo. Nesses casos, o tratamento deve ser interrompido e a terapia de suporte incluindo corticosteroides, correção do desequilíbrio eletrolítico e fluidoterapia podem ser indicados dependendo dos sinais clínicos. Em casos de superdosagem aguda, a indução do vômito seguida da administração de carvão ativado pode ser útil. Qualquer insuficiência adrenocortical iatrogênica é, em geral, rapidamente revertida após a interrupção do tratamento. Entretanto, em um pequeno percentual de cães, os efeitos podem ser prolongados e, nesses casos, deve ser iniciado o tratamento sintomático ou a adequada terapia de reposição. Após uma semana de interrupção do trilostano, o tratamento deve ser reiniciado com uma dose menor. PRECAUÇÕES O trilostano pode reduzir a síntese de testosterona e tem propriedades anti-progesterona. Mulheres grávidas ou que tenham a intenção de engravidar devem evitar a manipulação das cápsulas. Lavar as mãos com água e sabão após a exposição acidental e após o manuseio. O conteúdo das cápsulas pode causar irritação da pele e olhos e sensibilização. Não dividir ou abrir as cápsulas: caso ocorra a quebra acidental da mesma e contato dos grânulos com os olhos ou pele, lavar imediatamente com quantidade abundante de água. Caso a irritação persista recomenda-se consultar o médico, portando a embalagem do produto. No caso de ingestão acidental, procurar assistência médica com urgência e levar a embalagem do produto ou a bula ao médico. Pessoas com conhecida sensibilidade ao trilostano ou qualquer dos excipientes devem evitar o contato com o produto. PRECAUÇÃO ESPECIAL COM O DESCARTE DO PRODUTO E MATERIAIS Descartar qualquer produto não usado e embalagens vazias em conformidade com as normas locais de segurança. Não usar após a data de validade indicada no blister. CONSERVAÇÃO Manter fora do alcance de crianças e animais domésticos. Armazenar e manter o medicamento em local seco, fresco e ao abrigo da luz. Conservar em temperatura entre 15 °C e 30 °C. Não utilizar este medicamento veterinário após expirado o prazo de validade. APRESENTAÇÃO Cartucho contendo 3 blisters com 10 cápsulas cada. Licenciado no Ministério da Agricultura sob nº 10.179 em 25/01/2016.

 

FONTE: https://www.dechra.com.br/common/uploads/produtos/bula-vetoryl2210.pdf

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